Para quem não esteve presente aqui fica uma "amostra".
sábado, 4 de abril de 2015
II Encontro de Coleccionadores de Objectos Escotistas de Almada
Realizando um dos pontos da sua Missão - apoiar e agir junto dos seus membros, mobilizando-os na divulgação do Escotismo, em especial da AEP - a direcção da Fraternal aceitou o convite que lhe foi dirigido pelo Companheiro Cristiano Caixeiro e expôs alguns objectos referentes à história da AEP e da Fraternal. Alguns associados estiveram presentes, e durante o fim de semana, explicaram a todos os interessados, os detalhes de cada um dos objectos expostos.
Para quem não esteve presente aqui fica uma "amostra".
Para quem não esteve presente aqui fica uma "amostra".
MUSEU DA AEP - UMA IDEIA EM MARCHA
Foi aprovada por unanimidade no Conselho Permanente da AEP, realizado no passado dia 29 de Novembro (2014), uma recomendação da Fraternal, para a criação de um Protocolo a estabelecer com a Chefia Nacional, confiando à Fraternal a organização de um grupo de trabalho, com a missão específica de recolher e promover dádivas de espólios de escoteiros e grupos, proceder ao seu tratamento e catalogação, tendo em vista a futura criação de um Museu Escotista, bem como de um Álbum digital de documentos e fotografias do passado escotista, pertencendo à AEP providenciar a obtenção de espaço e de condições de funcionamento, operacionais e financeiras. Por indicação do Conselho Jurisdicional foi aditado à proposta que “os espólios cedidos constituirão património da AEP”, questão a que a Fraternal não levantou qualquer objecção.ENTREGA DO COLAR DE HONRA À AEP
Conforme foi oportunamente anunciado, a nossa Conferência Nacional, realizada em 23 de Março (2014), elegeu a AEP, por unanimidade e aclamação, como o seu primeiro Membro Honorário.A entrega do correspondente Colar de Honra teve lugar no dia 29 de Novembro, no PNEC - Parque de Escotismo da Caparica, antes do início do Conselho Permanente da AEP.
O Presidente da Fraternal usou da palavra para acentuar a importância da distinção e as razões que levaram à atribuição do Colar de Honra e fez entrega do mesmo nas mãos do Escoteiro Chefe Nacional, que agradeceu a distinção feita à AEP e sublinhou as vantagens da mútua colaboração entre as duas associações, evidenciando as relações de amizade e cooperação que nos ligam.
Ao acto assistiram dirigentes nacionais e regionais da AEP, membros da Fraternal e alguns escoteiros e familiares presentes no PNEC.
Mensagem de BP: Definição de Escotismo Adulto
Quando Baden-Powell
escreveu a sua última mensagem a todos os escoteiros, sintetiza de uma maneira
simples, mas ao mesmo tempo magistral, a essência pura do Escotismo, não apenas
como movimento educativo para jovens, mas como sistema de valores para cidadãos
adultos.
Conselhos como gozar a vida vendo sempre o
lado positivo das coisas, tornar-se saudável e forte para ser mais útil ao
semelhante, ou viver em harmonia com a Natureza, são as linhas principais do
sistema de valores implícitos no Escotismo. Inclusivamente a maneira serena de
explicar aos jovens a proximidade da sua morte, põe em evidência essa sua forma
de viver em sintonia total com a Natureza.
Mas o que mais chama a atenção na última
mensagem de BP é a definição de felicidade para a idade adulta que ela encerra
“a Felicidade não provém da riqueza nem dos êxitos pessoais, que te encaminham
erradamente para a busca da felicidade individual”.
Para ele a verdadeira felicidade se ganha
em pequenas conquistas diárias e reside em desviar o alvo no sentido da
felicidade dos outros. Cada um encontra o seu caminho amenizando o caminho dos
outros, ajudando, empenhando-se e batendo-se para sobrepor o bem colectivo
acima do individual.
O lema escoteiro ”SEMPRE PRONTO”, para os
que já tenham deixado o Escotismo, consiste em continuar a lutar pela ideia de
deixar este mundo um pouco melhor, juntando pequenos contributos aos intercâmbios
sociais.
Precisamente por eles surge o Escotismo
adulto (para a idade adulta), para coordenar essas sucessivas gerações de escoteiros que, ao longo da
etapa formativa, querem oferecer o melhor de si mesmos aos outros, trabalhando
em equipa.
O Escotismo adulto quer ser mais do que
“antigos escoteiros”. O termo, por definição, nos situa no presente, não só
para recordar os bons tempos passados dentro do Grupo, mas fundamentalmente
para embarcarmos em projectos actuais. Além disso, a fórmula do Escotismo
adulto é tão flexível e aberta que possibilita que nele possam integrar-se
aqueles que, não havendo tido a sorte de viver o Escotismo em criança, o
conhecem através de seus filhos, ou de seus amigos e se sentem identifica-dos
com ele. A esses se oferece a oportunidade de realizar o seu Compromisso
escoteiro e converter-se em membro da associação.
Para poder delimitar cada um dos termos,
deveremos clarificar a diferença entre “ESCOTISMO/GUIDISMO ADULTO” e
“RECURSOS ADULTOS”.
A diferença fundamental
está no tipo de vínculo que se mantém com os escoteiros/guias.
Nós, os
escoteiros e guias adultos não participamos directamente nos projectos dos
grupos escoteiros, a não ser de forma regrada e sempre perante petição deles.
Caracterizamo-nos
por ter vida própria, com projectos com finalidade social e meio ambiente
definido, ainda que, sempre de forma indirecta, se cuide do apoio aos
escoteiros e guias em qualquer momento ou circunstância, contribuindo assim
para a continuidade do Escotismo na sociedade actual.
(Sunday, 16 February 2014 16:19 | Written
by Administrator)
ENTREGA DO COLAR DE HONRA a JOSÉ MARIA NOBRE SANTOS
Na sequência da aprovação na
última Conferência Nacional da Fraternal, a Direcção , deslocou-se especialmente a Viseu no dia
2 de Setembro (2014) para fazer entrega do Colar
de Honra ao Chefe José Maria Nobre Santos.
O QUE SE PRETENDE COM A AUTO-FORMAÇÃO DO ESCOTEIRO ADULTO
A
Constituição (Estatutos) da OMME, afirma que o Escotismo é um
Movimento educativo e que: “A educação, no seu
sentido mais lato, é um processo que dura toda a vida e permite o
desenvolvimento global e contínuo das capacidades de uma pessoa, como indivíduo
e como membro de uma sociedade.
Ao
contrário da visão mais comum, a educação Escotista vai muito para além da
educação formal (a educação escolar) tanto em alcance como em duração.
E a OMME
explicita: “a educação é um processo ao longo da
vida e o desenvolvimento não tem lugar apenas durante os anos de formação (infância e
adolescência). Continua ao longo da vida. Como “processo”, tem altos e
baixos – períodos mais activos, intensivos, significativos – que precisam de
apoio”. 

“Como processo de desenvolvimento contínuo das capacidades de uma pessoa, o objectivo da educação é contribuir para o pleno desenvolvimento de um individuo autónomo (capaz de tomar decisões e de gerir a sua vida), solidário (que se preocupa activamente com os outros), responsável (capaz de assumir as consequências das decisões tomadas, de manter compromissos e de cumprir aquilo a que se propõe) e empenhado (que procura viver de acordo com os seus valores e apoia os ideais que julga importantes)”.
A educação
pelo Escotismo é pois uma proposta que procura exercer influência no cidadão
para agir, por si, em favor do próprio e ao serviço da sociedade, considerando
que:
Como individuo, deve contribuir para o desenvolvimento de todas as suas capacidades, em todas as áreas do desenvolvimento - física, intelectual, emocional, social e espiritual.
Como membro de uma sociedade, deve contribuir para o desenvolvimento de uma consciência social colectiva e preocupação com os outros, do sentido de pertença a uma comunidade e à sua história e evolução.
Como individuo, deve contribuir para o desenvolvimento de todas as suas capacidades, em todas as áreas do desenvolvimento - física, intelectual, emocional, social e espiritual.
Como membro de uma sociedade, deve contribuir para o desenvolvimento de uma consciência social colectiva e preocupação com os outros, do sentido de pertença a uma comunidade e à sua história e evolução.
Estas duas
dimensões não podem ser dissociadas, uma vez que não há educação sem uma
procura do pleno desenvolvimento do potencial duma pessoa, e não há educação
sem a aprendizagem
da vida com outros, enquanto membros da comunidade local, nacional ou
internacional.
Por
outro lado, a Constituição Mundial da ISGF/AISG refere que:
“Os Fins da ISGF / AISG são encorajar os seus
membros a:
a) Guardar bem vivo o espírito da
Promessa e da Lei, tal como estabelecidos por Baden-Powell, fundador dos
Movimentos Escotista e Guidista, num processo de aprendizagem contínua;
b) Transmitir esse espírito nas
comunidades em que vivem e trabalham através do serviço activo em prol da
comunidade; e
c)
Dar
suporte activo ao Escotismo e Guidismo nas suas comunidades locais, nos seus
países e ao nível mundial.”
assim,
em resumo, os fins do Movimento para adultos:
a) Crescimento
pessoal segundo os valores Escotistas,
b) Serviço às
comunidades em que se inserem
c) Apoio ao
Movimento juvenil.
A
Constituição da ISGF enumera, ainda, três Princípios:
a) Respeitar a vida e os direitos
humanos;
b) Contribuir para a compreensão
mundial, especialmente através da amizade, tolerância e respeito pelos outros;
c) Trabalhar em prol da justiça e da
paz, assim criando um mundo melhor.
Pretende-se
assim que cada escoteiro adulto, isoladamente ou em grupo (com outros
companheiros do núcleos ou de outra estrutura), desenvolva acções que
contribuam para a apreensão completa de um conteúdo
formativo que corresponda, directa ou indirectamente, aos objectivos
da educação atrás referidos.
FERRAMENTAS PARA O RECRUTAMENTO DE ADULTOS (Parte IV [última])
Texto de apoio elaborado por Sara
Milreu, relativo ao módulo “Ferramentas para o Recrutamento de Adultos”
integrado na 1.ª acção de formação da AEG-Portugal.
(adaptado do "Generational diversity in the BSA
workplace", dos Boy Scouts of América)
O significado do
trabalho
O trabalho é sempre uma componente
importante da vida de todos nós e da forma como nos definimos. A perspectiva
das diferentes gerações face ao significado do trabalho pode resumir-se do
seguinte modo:
Veteranos:
trabalham
porque gostam e encaram o trabalho como uma diversão, um acto de voluntariado,
ou estão numa posição de liderança ou de destaque.
Pós-Guerra: a grande fatia
desta geração continua a ser uma componente importante da forma como se definem,
continua a representar um local onde querem ver os seus esforços reconhecidos e
serem aceites. Alguns começam a reformar-se e estão à procura de substitutos,
transferência do poder institucional, que-rem deixar o seu legado e transmitir-lhes
a sua sabedoria.
Geração
X:
a maturidade já lhes permite encarar o trabalho com um ambiente estável que
lhes permite sustentar a família, mas com uma perspectiva de 3 a 5 anos, não
mais. Capítulo da sua vida que lhes permite ir um pouco mais longe.
Geração
do Milénio:
algo que lhes ajuda a garantir um bom estilo de vida e um rendimento, mas que
não os define, que lhes permite interagir com os seus pares, um local onde vão
para trabalhar com alguém que os pode ajudar a atingir os seus objectivos.
Recrutamento
As estratégias de recrutamento devem variar
de acordo com a geração que queremos atrair.
Para atrair os Veteranos, temos de lhes dar possibilidades de demonstrar o seu
valor, de lhes demonstrar que têm conhecimentos e capacidades que podem e devem
constituir um legado para as gerações seguin-tes. Precisam de um ambiente
estável e de confiança, onde saibam que vão ser apreciados.
Os membros da Geração Pós-Guerra precisam de ver que ainda há espaço para
liderar, para se assumirem enquanto força motriz do desenvolvimento da Associação.
Para recrutar elementos dentro da Geração X é necessário falar-lhes
sobre as possibilidades de aprendiza-gem, sobre os outros indivíduos com quem
pode estabelecer contactos e relacionamentos, da oportunidade de terem um
mentor que os ajude a desenvolver-se e a ir mais longe no seio da Associação.
Para a Geração
do Milénio, é importante centrarmo-nos nas possibilidades de aprendizagem
num muito curto prazo, 3 a 6 meses, pois precisam de ver resulta-dos rápidos.
Outra forma de os convencer é falar-lhes das redes que podem criar com os seus
pares, através de projectos rápidos e imediatos. O seu individualismo deve ser
cultivado, deixando-os brilhar. Eles sabem claramente onde estão e onde querem
chegar, só preci-sam de um “empurrão” inicial que os faça avançar na direcção
certa. Procuram agentes facilitadores nas associações, tal como os tiveram na
figura dos pais.
Retenção
Para mantermos os nossos membros é
necessário certificar-nos de que os nossos membros são líderes e estabelecem
ligações, de uma forma muito pro activa. Não podemos deixar que os elementos da
Geração X ou do Milénio se desmotivem e abandonem o Movimento por falta de
tarefas para desenvolver ou de projectos para organizar. Preocupados com cada
indivíduo, como ajudá-los, como integrá-los melhor, abordagem de preocupação
e empatia genuína – conhecer o indivíduo e ajudá-lo a “florescer”.
Avaliações do Desempenho – performance
reviews
Avaliar é importante, mas tem de ser feito
de modo adequado. Não podemos demorar um ano para perce-ber que algo estava
mal. Geração que nunca foi critica-da, por isso é preciso mostrar para que
servem os da-dos, como se lêem e como se aproveitam para melho-rar as coisas.
Tópicos úteis
Porque
é importante conhecer e reconhecer a diversidade geracional nas nossas
Associações?
Conhecer e reconhecer a diversidade
geracional pode ser um diferenciador estratégico, na medida em que nos per-mite
adequar a nossa comunicação a cada uma das gera-ções e melhorar a eficácia das
nossas interacções. Aumenta o respeito e o apreço de todos pelas diferenças e
pelo que os outros têm para oferecer às nossas associações.
Introdução
à Secção III - Trabalhar com as
diferentes gerações
Nunca como antes, devido ao aumento
da esperança média de vida e à forma como o envelhecimento activo é encarado,
as nossas associações contaram com esta “mistura” de gerações. Tal diversidade
pode dar-nos maior riqueza e produtividade, mas para tal é necessário
compreender claramente as características de cada uma e a forma como cada
geração é “única”.
Neste sentido, e apesar de a pertença
a uma determinada geração ter um impacto significativo sobre a forma como cada
um de nós vê o mundo, cada indivíduo teve um conjunto muito próprio de
experiência, valores e crenças que pode introduzir algumas alterações a estes
conceitos generalizados.
Assim, e como sempre na experiência
da Humanidade, é importante conhecer e respeitar a individualidade de cada um
dos nossos companheiros, nas mais variadas circunstâncias.
Conhecer
a diversidade geracional ajuda-nos a compreender:
1) Que houve diversos fenómenos que
deram origem ao sistema de valores, aspirações, atitudes e expectativas das
diferentes gerações;
2) Que as diferentes gerações têm
diferentes modos de ver o mundo, diferentes objectivos de desenvolvimento
pessoal, diferentes formas de se expressar e envolver;
3) Que é necessário ter uma abordagem
diferenciada para motivar as diferentes gerações,
Diferentes
gerações, diferentes visões do que é, e formas de trabalhar em, equipa:
Veteranos: grupo, unidade,
medida de proximidade, o grupo é tangível e constituído por pessoas conhecidas
– “nós” em vez de “eu” – capacidade de escuta activa das opiniões dos outros.
Geração
do Pós-Guerra:
equipa é igual a tanto faz, a equipa tem de ser composta por pessoas que
partilhem a mesma atitude, clioente vem em 1º lugar, o objectivo final de
terminar a tarefa vem em 1º lugar, quem quiser trabalhar e se revir nos
objectivos é bem-vindo à equipa.
Geração
X:
eu tenho uma função e esta obedece a uma descrição, eu venho trabalhar todos os
dias e desempenho as funções descritas nesse documento, depois regresso ao
“meu” tempo, a equipa é importante e compreendo que tenho um papel a desempenhar
na equipa, mas não me conformo exclusivamente em satisfazer as necessidades da
equipa, quero apenas cumprir o meu dever, conforme descrito na descrição de
funções.
Geração
do Milénio:
digam-se quais são os benefícios de estar nesta equipa, qual a utilidade, como
vai ser, para mim, essa experiência de trabalhar em equipa o que me vai trazer
a equipa, maior individualismo.
Tabela comparativa
das gerações
Veteranos
Antes de 1945
|
Geração do Pós-Guerra
1945-1964
|
Geração X
1965-1979
|
Geração do Milénio
1980-2000
|
|
Pontos fortes
|
Estáveis; seguem as regras
|
Trabalham bem em equipa;
são competitivos
|
Adaptáveis e flexíveis; alta literacia
tecnológica
|
Polivalentes; dominam a tecnologia
|
Atitude geral
|
Práticos mas conservadores
|
Positivos; lutam pelo sucesso
|
Cépticos e pessimistas
|
Optimistas; esperançosos
|
Atitude perante a autoridade
|
Respeito
|
Amor/ódio
|
Não se deixam impressionar ou intimidar
|
Aceitam-na de forma deferente
|
Estilo de Liderança
|
Hierárquico; com base na antiguidade
|
Participativo; consenso
|
Baseado na competência; claro e directo
|
Inclusivo; avesso aos conflitos
|
O que os desmotiva
|
Comentários vulgares e pouco apropriados
|
Politicamente incorrecto
|
Exageros
e clichés
|
Espera e atrasos
|
Experiência face à Diversidade
|
Segregação étnica
|
Início da integração étnica
|
Sociedade integrada como norma
|
Realinhamento das maiorias raciais
|
Informação sobre o Desempenho
|
Não ter notícias, é uma boa notícia
|
Periódica; com base em dados concretos
|
Interrompem e perguntam: “como está a
correr?”
|
Querem informação instantânea e constante
|
Objectivos de carreira
|
Um emprego para a vida; construir o seu
legado; segurança no emprego
|
Visibilidade; reconhecimento; melhoria das
condições
|
Sucesso alcançável; sempre a aumentar
competência
|
Actividades paralelas; oportunidade de agir
em várias vertentes
|
|
|
Geração X
1965-1979
|
Geração do Milénio
1980-2000
|
|
Pontos fortes
|
Adaptáveis e flexíveis; alta literacia
tecnológica
|
Polivalentes; dominam a tecnologia
|
|
Atitude geral
|
Cépticos e pessimistas
|
Optimistas; esperançosos
|
|
Atitude perante a autoridade
|
Não se deixam impressionar ou intimidar
|
Aceitam-na de forma deferente
|
|
Estilo de Liderança
|
Baseado na competência; claro e directo
|
Inclusivo; avesso aos conflitos
|
|
O que os desmotiva
|
Exageros
e clichés
|
Espera e atrasos
|
|
Experiência face à Diversidade
|
Sociedade integrada como norma
|
Realinhamento das maiorias raciais
|
|
Informação sobre o Desempenho
|
Interrompem e perguntam: “como está a
correr?”
|
Querem informação instantânea e constante
|
|
Objectivos de carreira
|
Sucesso alcançável; sempre a aumentar
competência
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Actividades paralelas; oportunidade de agir
em várias vertentes
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