Sunday, November 21, 2010

O EMBLEMA DA AISG / ISGF




O símbolo da AISG/ISGF, criada em 1953, é representado por um emblema composto por uma flor-de-lis [lírio] vermelha, onde existem duas estrelas brancas incorporadas, aplicada sobre um fundo de trevo branco.
Uma orla negra ou azul contorna a flor-de lis e o trevo.

O emblema contém vários significados.
O seu desenho tem por base os emblemas da Associação Mundial das Guias e Escoteiras (VAGGGS) e da Organização Mundial do Movimento Escotista (WOSM), com o objectivo de significar que a AISG/ISGF e aquelas duas associações fazem parte do movimento mundial que deu origem ao Escotismo.
As suas cores, branca e vermelha, significam respectivamente a pureza e o amor.
A flor-de-lis lembra-nos a agulha da bússola que nos permite manter no caminho certo. As três pétalas da flor-de-lis e do trevo simbolizam a Promessa Escotista/Guia e as duas estrelas de cinco pontas a Lei do Escoteiro/Guia. O anel em torno de flor-de-lis simboliza a solidariedade.

O símbolo da AISG/ISGF é aplicado também em emblemas específicos da AISG/ISGF, como seja o que diz respeito ao seu RAMO CENTRAL (Central Branch) ou o relativo á geminação ( que é uma maneira dos membros se envolverem internacionalmente ) aos seus diferentes níveis - individuo a individuo, núcleo (guilda) a núcleo ou entre Associações Nacionais -, e que foi criado em 1989.

Grande parte das associações nacionais também incorpora nos seus emblemas nacionais o símbolo da AISG/ISGF, tal como acontece com a FAEP ou a AISG-Espanha.

O PRESIDENTE DO CONSELHO DIRECTOR VISITOU A DELEGAÇÃO DE GUIMARÃES

Rui Macedo, Presidente do C. Director, visitou na passada sexta-feira dia 30 de Julho, a Delegação de Guimarães, composta por elementos todos pertencentes ao Grupo n.º 135 da AEP, sito nos arredores daquela cidade.
Rui Macedo foi acompanhado naquela visita pelo Escoteiro-Chefe Adão Silva Chefe do Grupo n.º 25, também de Guimarães.
A visita, que na sua primeira parte, contou também com a presença do Chefe do Grupo n.º 135, insere-se na concretização do desejo que o Conselho Director definiu como uma das suas prioridades, que visa o contacto directo dos seus elementos, sempre que possível, com as delegações e núcleos locais, procurando desta forma, conhecer “in loco” o maior número possível de companheiros.
A reunião, que decorreu dentro do melhor espírito escotista, tratou dos assuntos referentes ao(s) uniforme(s) da FAEP e o seu uso devido, bem como de algumas questões administrativas que, por limitações dos anteriores Corpos Dirigentes, estavam há algum tempo por resolver.
O Conselho Director espera que com os novos desafios proporcionados pelo ESCOTISMO ADULTO e por este retomar de contactos directos, desperte o interesse dos actuais membros na dinamização das suas actividades e no chamamento de novos companheiros.

CONVÍVIO FRATERNAL



No dia 8 de Maio, o Parque de Escotismo da Costa da Caparica, acolheu na sua tranquilidade, a alegria e boa disposição das famílias que fizeram questão de estar presentes, no “Convívio Fraternal de Ar Livre”, apesar das caretas de um dia chuvoso e nada colaborante.

INTERVENÇÃO DA FAEP na CONFERÊNCIA NACIONAL DA AEP


No período de antes da Ordem dos Trabalhos, foi dada a palavra ao Presidente do Conselho Director da Fraternal, que proferiu a seguinte comunicação:

Escoteiro Chefe Presidente da Mesa da Conferência Nacional
Escoteiro Chefe Nacional
Escoteiros Chefes e outros dirigentes presentes nesta Conferência
Senhores convidados

Em nome da Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal cumpri-mento cordialmente a todos os presentes, fazendo votos para que os assuntos trazidos a esta Conferência, mereçam a reflexão atenta de todos e encontrem as melhores soluções, consentâneas com os ideais escotistas, tendo sempre em vista o prestígio e a dignificação da Associação dos Escoteiros de Portugal.

Em primeiro lugar, queremos manifestar aqui, publicamente, a nossa grande satisfação pelo bom momento das relações entre a AEP e a FAEP, muito pelo efeito do ideal comum que nos irmana, como também pela cordialidade, espírito de colaboração e respeito mútuo, que decorre do diálogo franco e aberto que tem existido entre as nossas duas instituições, que visam um fim comum – servir o Escotismo e promover a sua divulgação e expansão no nosso País.

A atestar esta afirmação, registámos a presença e a apreciada intervenção do Escoteiro Chefe Nacional no último Conselho Nacional da FAEP, onde nos proporcionou pormenorizado conhecimento do modelo de organização associativa e, bem assim, dos projectos e estratégias em desenvolvimento.

Por tais razões, queremos saudar os órgãos centrais da AEP pelo trabalho que tem sido desenvolvido e manifestar o nosso apreço pelo Relatório que vai ser apreciado por esta Assembleia, no qual se evidencia o estado saudável das finanças associativas e se advinha a satisfação pelo cumprimento de um dever, que é também um ideal de vida, ao alcançar metas credíveis que prestigiam toda uma organização. Muito tem sido feito nos últimos anos, mas é expectável que bastante mais possa e deva fazer-se, especialmente na área das relações entre a AEP e a Escola, onde se deve investir mais, reto-mando, se possível, o modelo de colaboração usado nos primeiros tempos do Escotismo em Portugal, ou estudando e adaptando o que nesse sentido já se está fazendo no Brasil.

Permitimo-nos uma referência apenas aos Recursos Adultos Voluntários, onde nos parece menos indicado o encaminhamento dos interessados directamente para os Grupos, sobrecarregando as respectivas chefias que, em muitos casos, não têm a disponibilidade para o atendimento e preparação que esses interessados precisam e merecem, contribuindo para a sua desmotivação. Parece-nos que, sendo esta uma das preocupações do ESCOTISMO ADULTO, poderia a Fraternal ocupar-se do acolhimento de tais voluntários, identifi-cando-os com os princípios e metodologia do Movimento Escotista, acompanhando-os numa abordagem aos grupos locais, ou aconselhando a frequência de cursos da ENFIM, consoante o interesse e nível de envolvimento do candidato. Declaramos aqui toda a nossa disponibilidade para o efeito.

A nossa Fraternal vive, no momento, um esforçado período de renovação, na formulação e implantação de ideias e programas que visam a identificação e divulgação do ESCOTISMO ADULTO entre os dirigentes que terminam a sua carreira na AEP e, também, junto dos pais dos escoteiros e os amigos do Escotismo que se sentem
atraídos pelo nosso Ideal e Princípios.

Estamos por isso empenhados em receber no nosso seio aqueles que o cansaço ou as exigências profissionais, familiares ou outras, obrigam a pôr fim às suas carreiras de dirigentes escotistas, proporcionando-lhes a oportunidade de:
1.Continuarem a viver o espírito escotista,
2.Guardarem sempre bem vivo o espírito da Promessa e da Lei,
3.Serem úteis às comunidades onde vivem e trabalham,
4.Continuarem a dar suporte activo ao Movimento Escotista, através da AEP.

Ao solicitar a esses dirigentes que adiram à FAEP, estamos certos de
poder oferecer-lhes, a possibilidade de se manterem ligados aos seus ideais, dispensados embora do esforço permanen-te que a todos exige um trabalho de chefia, mas atentos a novas oportunidades de servirem o Escotismo e a AEP.

Do fortalecimento do ESCOTISMO ADULTO resultará, estamos certos, uma melhor oportunidade de desenvolvimento da AEP.

Observando as estatísticas da Associação nos últimos anos, e em especial o caderno eleitoral desta Conferência, em que dos 111 Grupos activos só 4 deles têm as quatro divisões etárias e as chefias de grupo devidamente constituídas, [havendo 18 com 4 divisões; 28 com 3; 24 com 2; 19 com apenas uma; e 18 sem qualquer divisão], considerando, ainda, as diferentes áreas do Plano Estratégico, que iremos debater para 2011/2016, verificamos que é a área dos recursos adultos – no que respeita ao voluntariado em geral, aos dirigentes, à sua formação e à participação – aquela que sem qualquer dúvida deverá merecer uma atenção especial da Associação.

Os adultos fazem parte integrante e fundamental do Método escotista. Sem eles, ou sem que adquiram capacidades pedagógicas e técnicas razoáveis, nunca alcançaremos o nosso objectivo, que é: a educação dos jovens.

Observamos que passam pela AEP inúmeros elementos que, durante anos, vão acumulando conhecimentos e experiências técnicas, que lhes permitiriam ser óptimos especialistas em muitas áreas de actividades [tanto as ligadas à vida ao ar livre como às técnico-profissionais], os quais se afastam do Movimento, muitas vezes por saturação ou falta de realização, mas também porque lhes falta enquadramento, perdendo, assim, a Associação, tão apreciável mais-valia.

Importa, quanto a nós, inverter esta realidade. E isto é dever de todos.

Do revigoramento e crescimento da FAEP resultará a possibilidade de engrandecimento da AEP, uma vez que será possível a todos os níveis – local, regional e nacional – proporcionar apoios estratégicos em diversas áreas, libertando os dirigentes para a realização de mais actividades e melhor exercício do seu papel de educadores. Esses apoios poderão também ser aproveitados para elaborar publicações técnicas, memórias históricas, estudos, conferências, cursos, exposições, angariação de fundos para projectos diversos, e muitas outras acções que se entendam de interesse comum, ao serviço do Escotismo e da AEP.

Por isso, afirmamos o nosso empenhamento em colaborar, na medida das nossas possibilidades, onde e quando for necessário e manifestamos a nossa disponibilidade para dialogar com todos aqueles que estejam interessados em realizar novos projectos.

Cumprindo aquilo que julgamos ser a nossa Missão, não queremos deixar de levar o nosso conselho aos órgãos dirigentes da AEP, esperando que acreditem nas potencialidades do ESCOTISMO ADULTO, incentivando aqueles que se afastam do escotismo activo a aderirem à Fraternal dos Escoteiros de Portugal, como forma de continuarem ligados aos ideais do Escotismo e cumprindo o nosso lema: ESCOTEIRO UM DIA, ESCOTEIRO POR TODA A VIDA.