No próximo dia 19 de Janeiro vai ter lugar a inauguração do Núcleo da Fraternal de Azeitão.
Os companheiros do referido Núcleo e a direcção da Fraternal terão o maior prazer em ver o maior número possível de associados e amigos a assistir aquela Cerimónia.
sábado, 21 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
CONFERÊNCIA NACIONAL DE 2014
O local da sua realização será no PNEC.
A Conferência Nacional é o Órgão
Máximo da FRATERNAL, ao qual compete, designadamente:
a) Aprovar os Estatutos e suas
alterações;
b) Aprovar e modificar o Regulamento
Geral
c) Apreciar e definir a orientação
estratégica geral;
d) Eleger e destituir os titulares dos
órgãos sociais;
e) Apreciar e votar o Relatório e
Contas Anual;
f) Apreciar e votar o Plano de
Actividades e o Orçamento anual, incluindo a fixação dos montantes das
competências financeiras da Direcção e das quotizações;
g) Apreciar e votar as filiações ou
adesões a organizações nacionais ou internacionais;
Oportunamente, será remetida a todos com assento na Conferência, a respectiva Ordem de Trabalhos.
SE ÉS ASSOCIADO, REGISTA JÁ ESTA DATA!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
INAUGURAÇÃO DO NÚCLEO DE FARO
Depois de largos meses de incansável trabalho, os nossos companheiros
de Faro atingiram finalmente o seu objectivo. No passado dia 23 de Novembro,
com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Faro, dr. Rogério Bacalhau,
do Presidente da Junta de Freguesia de Montenegro, sr. José Stevens, da Chefe
Nacional Adjunto da AEP, Adelaide Santos e da Direcção da Fraternal,
representada pelo seu Presidente Rui Macedo, Mariano Garcia e Sara Rocha, de
alguns antigos escoteiros e numeroso grupo de familiares e amigos, assistimos à
criação do Núcleo de Faro.
Com a sala decorada com as bandeiras Nacional, da ISGF, da Fraternal e
da Região Sul da AEP, decorreu uma cerimónia simples, mas com a formal
dignidade que o acto exige, na qual o Presidente da Fraternal recebeu a
ratificação do Compromisso de Honra de cada um dos três membros da Comissão
Coordenadora, após o que deu posse à referida Comissão. De seguida o novo
coordenador, recebeu o Compromisso de Honra e integrou os restantes membros que
formam desde já aquele Núcleo.
Logo após, o Presidente da Fraternal entregou ao
coordena-dor um diploma da constituição do Núcleo e a primeira bandeira,
oferecida pela direcção e, bem assim, certificados a todos os elementos
admitidos.
A encerrar, falaram o Presidente da Câmara, que
teve palavras de muito apreço para a obra dos escoteiros, o Presidente da Junta
e a representante da AEP, que afirmaram a sua disponibilidade para com a nova
unidade local da Fraternal.
Por último, o Presidente da Fraternal encerrou a
sessão com um discurso, onde
explicou a acção do Escotismo para a idade adulta e agradeceu a presença dos
autarcas e de todos os demais presentes, deixando uma mensagem aos novos
companheiros.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Encontro de Formação do AEG-Portugal
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Apresentação de um dos módulos |
Realizou-se
no sábado dia 23 de Novembro, no Seminário da Aguilha, em Carcavelos, o 1.º
Encontro de Formação promovido pelo AEG - Comité Português de Amizade de
Antigos Escoteiros e Guias, com o tema: Escotismo/Guidismo
para a idade adulta.
No Curso participaram associados da Fraternal Escotista de Portugal, da
Associação de Antigas Guias e da Fraternidade Nuno Álvares, convidados pelas
respectivas direcções e, para além de promover a convivência entre os
participantes, teve os seguintes objectivos:
1) Desenvolver e actualizar os conhecimentos e as
competências individuais dos membros das associações que constituem a AEG
relativamente ao Escotismo para a idade adulta e os princípios e fins que regem
a ISGF;
2) Dotar esses membros com ferramentas que permitam
angariar novos associados e melhorar a qualidade do seu trabalho.
Do programa do encontro constavam os seguintes módulos:
1.º - As Associações de Escotismo e Guidismo para a idade
adulta, em Portugal - História, Finalidade e Estrutura;
2.º - A AISG / ISGF - Fins e Princípios, Percurso e
Estrutura;
3.º - O Comité Português de Amizade de Antigos Escoteiros
e Guias (AEG) – Percurso, fins e Princípios;
4.º - Escotismo / Guidismo para a idade adulta - Valores,
Finalidade e Método;
5.º - Recrutamento - como recrutar adultos;
6.º - A formação de adultos no Escotismo;
7.º - Actividades conjuntas no seio da AEG - Projectos de
cooperação, actividades de serviço, etc.
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Alguns dos participantes da Fraternal |
Os 32 formandos foram divididos em 4 grupos de trabalho,
que debateram os temas referentes aos módulos 5.º e 7.º, apresentando as suas
conclusões em sessão plenária.
A equipa de formação foi constituída por elementos das
direcções nacionais das 3 associações.
No final foi entregue a cada participante uma ficha de avaliação,
a fim de habilitar os responsáveis da AEG para a elaboração de um relatório de
apreciação final do encontro.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
A "nova" bandeira da Fraternal
A Bandeira da FRATERNAL e dos seus Núcleos é
adoptada da bandeira da ISGF, tendo a insígnia da ISGF ao centro e
a inscrição "FRATERNAL ESCOTISTA DE PORTUGAL", acima da insígnia. No caso dos Núcleos, tem, ainda, na base "NÚCLEO DE ..."
As cores são as oficiais da ISGF.
A
Bandeira da FRATERNAL é usada em cerimónias, concentrações ou actividades
escotistas nacionais e internacionais e sempre que a Direcção assim o determine.
As
Bandeiras de Núcleo são usadas em cerimónias, concentrações ou actividades da
FRATERNAL e sempre que os respectivos Núcleos assim o determinem ou lhes seja
solicitado.
As
bandeiras devem ser transportadas em mastros próprios, com o respeito devido
aos símbolos representativos da FRATERNAL.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Os 60 anos da ISGF
Em 25 de Outubro celebra-se o 60º aniversário da ISGF.
Esta ocasião especial oferece a
todos os membros das Associações Nacionais a oportunidade de comemorar 60 anos de Escotismo e
Guidismo para a idade adulta. Os marcos da vida da ISGF ao longo dos últimos 60 anos vão
estar disponíveis numa apresentação em Power-Point.
As celebrações dos
60 anos consistem numa variedade de actividades e eventos dinamizados pelas
associações-membro da ISGF em todo o mundo, a ter lugar no dia 25 de Outubro.
O slogan do nosso aniversário é “A ISGF no Ar”, que será concretizado por meio de comunicações por Skype
através das nossas Plataformas de Comunicações espalhadas pelo mundo.
Está a ser produzido
um presente. Um conjunto de oito livros que constituem o “Nosso Kit”, dedicados a temas ligados à ISGF. O
“Nosso Kit” estará disponível tanto em edição digital como em versão impressa.
Eis o texto do
convite da ISGF, que tornamos extensivo a todos os nossos associados,
familiares e amigos do Escotismo:
Queridos Amigos,
É com grande prazer que vimos convidá-los
a tomar parte nas celebrações do 60º aniversário da ISGF, que terão lugar em
25 de Outubro de 2013
Tendo em vista oferecer a cada um de vós
os locais mais propícios, organizaremos as comemorações em várias latitudes
Os nossos polos de comunicação são:

Comité Mundial da ISGF.
- Em Curaçau, Hemisfério Ocidental, com
Verna Lopez
- Na Europa (polo a ser confirmado)
- Na Líbia, Região Árabe, com Muftah Ajaj
- Na Sede da ISGF, em Bruxelas, com a
secretária-geral
Cécile Beliet e o tesoureiro Anthony
Florizoon
__________________
Ficaremos muito gratos se confirmar a sua
participação e qual o polo escolhido para a Sede mundial da ISGF.
Mensagem da Fraternal na Sessão Solene do Centenário
Escoteiros,
Nenhum de nós, os
adultos que fazemos parte da Fraternal tem cem anos de escoteiro. A própria
Fraternal tem só 63 anos. Mas temos a obrigação de conhecer a história da
Associação dos Escoteiros de Portugal desde o seu começo, em 1913.
Por isso, viemos aqui dizer-vos que temos
muito orgulho nessa história na qual também participámos durante alguns anos, e
estamos muito gratos aos fundadores e aos pioneiros da AEP pela maravilhosa
obra que nos legaram, curvando-nos respeitosamente perante a memória de cada
uma dessas ilustres personalidades.
Queremos, num abraço fraternal, saudar os
dirigentes da AEP, pedindo-lhes que se mantenham atentos aos conselhos de
Baden-Powell, continuando o seu esforçado trabalho que enche de alegria muitos
milhares de crianças e jovens, e lhes proporciona esta verdadeira escola da
Vida, que é o Escotismo, com os seus Princípios e Método de orientação para que
se tornem melhores cidadãos, conscientes e úteis para o serviço do seu
semelhante e da nossa sociedade.
Para vós,
Escoteiros de Portugal, vai o nosso voto de que o dia de hoje seja um dia
inesquecível nas vossas vidas e que o vosso grito de alegria por pertencerem ao
Movimento Escotista perdure por muitos anos no vosso pensamento, iluminado pela
chama de um ideal de amor e fraternidade, na construção de um mundo de mais
solidariedade, justiça social e igualdade de oportunidades.
“Uma vez escoteiro, sempre escoteiro”
Vivam os Escoteiros de Portugal
domingo, 13 de outubro de 2013
A Fraternal no Centenário da AEP
O Centenário dos Escoteiros de Portugal foi assumido pela Fraternal como
festa também sua e, deste modo, a direcção desenvolveu todos os esforços para estar presente em todas as etapas das
comemorações e contribuir, dentro das suas possibilidades, para a grandeza de
tão importante acontecimento do Escotismo português.
Assim, a Fraternal dando cumprimento a uma parte essencial da sua MISSÃO, organizou uma exposição relativa ao Centenário da AEP, que esteve patente durante a festa no Jamor, tendo sido visitada por muitas centenas de escoteiros e dirigentes.
O papel Educativo dos Adultos no Escotismo

“O Papel Educativo dos Adultos no
Escotismo” pretende, assim, mostrar e explicar o que fazem os dirigentes e
outros adultos no movimento de jovens que é o Escotismo.
Uma obra que recomendamos vivamente a sua leitura aos pais, aos
dirigentes, aos professores, aos associados da Fraternal, em suma àqueles que
tem a tarefa de educar.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
INTERVENÇÃO NA 52.ª CONFERÊNCIA NACIONAL DA AEP (EXTRACTOS)
No ano em que a Associação dos
Escoteiros de Portugal comemora o seu centenário, ao participarmos nesta Conferência,
não pode a Fraternal Escotista de Portugal, que assume como seu todo o passado
histórico da ex-Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal e, por força de
razão, as memórias do Escotismo em Portugal e, em especial as da AEP, deixar de
chamar a vossa atenção para, em rápidas pinceladas, lembrarmos algumas fases da
história dos Escoteiros de Portugal, pedindo o interesse de cada um de vós para
este assunto, pois os dirigentes de hoje não podem ignorar aquilo que fomos e o
que somos, uma vez que a história é o alicerce do futuro.
O “ALBUM DIGITAL” que a Fraternal
pretende construir é bem o exemplo do nosso interesse pela história associativa,
ajudando-nos a entender o processo de
transformação desta Associação ao longo dos tempos e a sua identidade, tarefa
para a qual continuamos a contar com a colaboração de todos.
Recordemos agora alguns passos dessa
história, que orgulha muitos de nós.
Anos
1913 / 20
Foi da reconhecida necessidade de
organizar o caos em que ameaçava transformar-se a entusiástica adesão dos
nossos jovens ao movimento recém-criado em Inglaterra, e na sequência de uma
brilhante campanha de divulgação de “O SÉCULO” e dos apelos de Melo Machado
para que fosse constituída uma entidade para dirigir o movimento em Portugal,
que nasceu em 6 de Setembro de 1913 a Associação dos Escoteiros de
Portugal.
A iniciativa, a competência, a ponderação,
o entusiasmo e o heroísmo, foram as marcas dos primeiros tempos do Escotismo em
Portugal:
O espírito de iniciativa de figuras
como: Álvaro Melo Machado, Robert Moreton, Rudolfo Horner, Frank Giles, John
Brown, António Sá Oliveira, Eduardo Santos, Eduardo Moreira, Ricardo Borges de
Sousa e Alfredo Tovar de Lemos valorizaram os primeiros passos da associação e
transmitiram-lhe dinamismo.
Os
primeiros tempos – competência e ponderação
As figuras prestigiosas que se
juntaram à AEP e a competência e ponderação que presidiram às decisões
associativas foram decisivas para a afirmação da Associação.
Além dos nomes ilustres já referidos,
ocorrem-nos ainda: Ernesto de Sousa, Francisco Caetano Dias, Júlio Ribeiro da
Costa, Luciano Silva, Abílio dos Santos e Joaquim Duarte Borrego.
Os
primeiros tempos – O entusiasmo e o heroísmo
Do entusiasmo dos primeiros passos, às
inúmeras intervenções cívicas em que os escoteiros participaram durante os perturbados
tempos das convulsões políticas e laborais que então se
viveram, onde a
abnegação, a atitude humanista e patriótica e a coragem dos escoteiros ganharam
elevado relevo foi todo um caminho de implantação dos verdadeiros valores do
Movimento com que B.P. nos dotou.
Humberto Martins, José Rodrigues, João
Clímaco dos Nascimento, António Xavier de Brito, Manuel Pereira, José e Manuel
Duarte Borrego, Cosme Vieira Leitão, Albano da Silva, Ralão, António Alves,
Ramiro, são alguns dos nomes que testemunham o entusiasmo e o heroísmo dos
escoteiros daquela época.
No entanto, o cansaço resultante do
empenhamento social, talvez excessivo, e os diferentes conceitos de orientação
associativa enfraqueceram a AEP, exigindo grandes sacrifícios pessoais que
projectam e dignificam as excepcionais figuras do Rev. Eduardo Moreira e do dr.
Alfredo Tovar de Lemos.
Anos 20: Prestígio e Reconhecimento
Prestigiada pelo público e reconhecida pelo
Governo, a AEP cedo se evidenciou como uma escola de formação para a juventude.
O dr. Alfredo Tovar de Lemos, sabendo rodear-se de bons colaboradores como
Dinis Curson, Apolinário Chagas, Alberto Lima Basto, Joaquim Duarte Borrego,
Franklim Oliveira, Fausto Salazar Leite, Edmundo Lima Bastos, Magalhães
Godinho, Joaquim Amâncio Salgueiro, o dr. João de Barros e muitos outros,
conduziu a AEP ao mais brilhante período da sua história. Outros dirigentes se
lhe seguiram, com o mesmo empenhamento mas sem o brilho da sua liderança.
1930 / 36 Progressos e Vicissitudes
Porém,
após publicação do Decreto 21 434 de 1932 a AEP fica sob a tutela do Estado, o
que faz despertar novas vicissitudes e conflitos.
1936 / 48 Dificuldades e Recessão
Do
consolidar dos seus valores morais e cívicos até à resistência às regras
ditatoriais que ameaçaram extingui-la e que depois a submeteram durante
décadas, condicionando o trabalho educativo e abnegado de muitos dos seus
dirigentes, foi mais outro caminhada difícil, que obrigou os mais esforçados
dirigentes a alguns sacrifícios e, em alguns casos, a temer pela sua segurança.
1948 / 74 – Recuperação e
Proteccionismo
Duas
vertentes constituíram os pilares da associação neste período:
Uma,
a da segurança, através da mobilização para lugares cimeiros da associação de
algumas personalidades que, embora ligadas ao Estado-Novo, haviam vivido o
Escotismo durante a sua juventude e quiseram demonstrar o seu apego e interesse
pelo Movimento.
A
outra, que poderemos designar por promoção e defesa dos valores do movimento e
de consciencialização pública do sentido educativo do Escotismo, desempenhada
pelo jornal ”Sempre Pronto”.
1974 /1979 – Renovação e Instabilidade
Com
a libertação do País, também a A.E.P. se sentiu mais livre e entregue à
capacidade dos seus principais dirigentes, que nem sempre corresponderam ao
melhor que deles se esperava. Chamado em emergência para conduzir a Associação,
Fausto Salazar Leite, rodeado de alguns dirigentes mais progressistas e
dedicados, traçou um novo programa de recuperação dos Princípios escotistas e desenvolvimento
associativo, que cedo deparou com a resistência de elementos mais retrógrados
que boicotaram o trabalho desenvolvido e fizeram ruir a estrutura que ainda mal
se esboçara, criando de
novo situações de instabilidade e de duvidosa qualidade do trabalho
desenvolvido associativamente.
1980 / 84 Renovação Pedagógica e Crescimento
Período
de renovação, com novas figuras e jovens dirigentes, durante a qual se reviu
todo o sistema de progresso e metodologia associativa e se apontaram novos caminhos
para a AEP.
Alguns
nomes importa recordar: José Eduardo Ribeiro, Armando Inácio, João Constantino.
1985 / 89 Nova Recessão... 1989 / 90
Recuperação e Formação
Depois
de dois membros da Chefia Nacional terem em Agosto de 84 pedido a demissão e do
Chefe Nacional, dois dias depois da Conferência Nacional de Fevereiro de 1985,
ter abandonado o país, sem ninguém ter informado, assiste-se a novo colapso,
com consequências devastadoras no trabalho associativo.
Esta
situação é alterada só no ano de 1990, com a aprovação em Conferência Nacional de
uma proposta que levou ao início da formação de dirigentes, tendo o 1.º Curso
Avançado de Instrutores de Formação (CAIF), sido realizado em Novembro desse
ano.
...
Mas
companheiros, recordando o passado, importa, principalmente, prestigiar o
presente e preparar o futuro…
E…
porque as principais tarefas da Fraternal não são o estudo da história, nem os
relatos do passado…importa falar do presente e do futuro.
Assumimo-nos
hoje como uma associação de escotismo para a idade adulta, preocupados com a
defesa e divulgação dos seus valores, onde os 3 principais objectivos são:
-
Contribuir para o contínuo desenvolvimento pessoal dos associados, segundo os
Valores Escotistas,
prosseguindo, assim, a sua autoformação com um método próprio, procurando
que eles sejam cada vez mais autónomos, solidários, responsáveis e empenhados;
-
Prestar serviço às comunidades locais, nacionais e internacional, no respeito
pelos cidadãos e pelo ambiente , participando
em acções humanitárias, sociais e ambientais destinadas a melhorar o Mundo e a
vida dos seus habitantes;
-
Apoiar o Movimento juvenil,
desenvolvendo acções
dirigidas essencialmente a promover e apoiar o escotismo da Associação dos
Escoteiros de Portugal.
Mas
a tarefa de mudar mentalidades e de procurar que a Fraternal seja socialmente
interventiva e útil, não tem sido fácil…
Também
algumas vezes nos interrogamos se o Escotismo atinge o pleno sucesso perante a
maioria dos jovens, ou seja, se consegue garantir a solidez da formação cívica
aos membros que deixam o Movimento, mesmo aos que têm uma atitude positiva
perante a sua entrada na vida adulta, reconhecendo-lhe as competências para o
fazer de uma forma construtiva, afirmativa e responsável, percebendo contudo
que, precisará de continuar o seu desenvolvimento, enquanto pessoa autónoma,
solidária, responsável e empenhada, podendo ainda continuar ligada ao
escotismo, através da Fraternal, prosseguindo assim a sua autoformação e ser
útil para a sociedade.
E
descansem todos aqueles que pensam que estamos a tentar seduzir os jovens
adultos e a contribuir para a redução dos recursos adultos da AEP.
Antes
pelo contrário!
Importa,
por isso, enaltecer o papel que a Fraternal pode ter no que respeita à
possibilidade de criar novas vocações para o Movimento entre os adultos. Muitos
adultos, essencialmente os pais ou outros adultos (mesmo sem familiares nos
escoteiros) que nã
o tiveram a possibilidade de serem escoteiros na sua juventude, podem descobrir os "valores do escotismo" só na idade adulta e decidir aceitá-los, como regra para as suas vidas. Assim, devido à idade, à falta de disponibilidade ou de interesse em serem dirigentes, por estarem longe dos grupos, será só através da Fraternal que poderão fazê-lo, e assim, poderão também, através da sua ajuda e dos seus conhecimentos, virem a ser uma mais-valia para a AEP.
....
Os
nossos principais projectos e acções, ligados á divulgação do escotismo e de
apoio à AEP, são:
-
O Álbum digital;
-
O jogo “O explorador";
-
Elaboração de um “Manual” para pais – “Escotismo:
mais do que uma ocupação de tempos livres, um modo de vida”;
Contribuição para a elaboração de um acervo
histórico, que venha a permitir fazer a história dos Escoteiros de Portugal;
-
Criação de um Museu virtual;
-
Ajuda às actividades nacionais e regionais;
-
Colaboração nas actividades do centenário do Escotismo em Portugal;
-
Honrar as responsabilidades assumidas na Parceria estabelecida com a AEP,
relativa ao Projecto Educativo e Interculturas, que tem por objectivo, a
contribuição para a educação dos nossos jovens, através de um sistema de
valores, para ajudar a construir um Mundo Melhor.
Conscientes
de que as nossas expectativas para o Movimento escotista em Portugal são algo
ambiciosas, ainda que as consideremos ao alcance de dirigentes aplicados e
competentes, não nos furtaremos a um aprofundado diálogo sobre os caminhos
futuros do Escotismo, ou mesmo à análise crítica dos nossos projectos e
opiniões, na esperança de que esse diálogo possa contribuir para o progresso e
dignificação dos Escoteiros de Portugal.
Não
queremos terminar sem manifestar o nosso sincero agrado pela evidente evolução
quantitativa e qualitativa que temos vindo a observar na vida da AEP, ainda que
tal resulte de uma análise
externa e pouco
documentada como é a nossa. No entanto, julgamos estar certos quando
consideramos que a maioria dos dirigentes associativos tem vindo a adquirir uma
sólida consciência dos reais valores do Escotismo e da importância pedagógica
do Movimento na formação cívica dos nossos jovens, facto a que não será alheio
o bom trabalho que tem vindo a ser realizado pela ENFIM, pedra mestra do
edifício centenário que é a AEP.
Saudamos,
por isso, o esforço de todos os dirigentes e desejamos que em cada um de vós
desperte a certeza de que estão trabalhando para uma causa sem paralelo e, sem
receios nem tibiezas possam, possamos todos, proclamar que o
Escotismo é uma escola de formação de cidadãos úteis e conscientes, ao serviço
do próximo e do país, defensores acérrimos da Natureza e construtores da Paz
entre os povos e as nações. Com esta postura deveremos celebrar com alegria o
primeiro centenário e caminhar seguros na construção do segundo.
BOA – CAÇA a todos
Beja, 25 de Maio de 2013
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